domingo, 16 de fevereiro de 2014

CONVOCAÇÃO: PLENÁRIA NACIONAL DO FNTSUAS


Brasília, 13 de fevereiro de 2014.
Aos Membros do FNTSUAS
 
Aos órgãos e entidades representantes dos trabalhadores do SUAS

 
Prezados representantes,

 
 A Coordenação Nacional do Fórum Nacional dos Trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (FNTSUAS), convoca os membros deste Fórum, os FETSUAS, comissões estaduais pró-FETSUAS, órgãos e entidades representantes dos trabalhadores do SUAS para participarem da Plenária Nacional do FNTSUAS que ocorrerá nos dias 24 e 25 de maio de 2014 de 09:00 às 18:00 horas em Brasília-DF, com local a ser definido e divulgado no Blog do FNTSUAS e em sites das organizações  membros deste Fórum. Convocamos, ainda, os membros da Coordenação Nacional para uma reunião no dia 26 de maio , a partir das 09:00 horas para darmos encaminhamentos às propostas aprovadas na Plenária Nacional. Os delegados dos FETSUAS, das comissões pró-FETSUAS e dos órgãos e entidades de classe devem ser eleitos pelos seus membros e apresentarem as atas com registro de sua indicação como delegado para votarem na Plenária Nacional.
 
A pauta da Reunião Nacional Ampliada está proposta com os seguintes itens:
1º)Revisão do Regimento Interno do FNTSUAS
2º)Eleição da Coordenação Nacional do FNTSUAS
3º)Plano de Lutas e Encaminhamentos
 
Contamos com a presença de todos para uma ampla discussão e composição da nova gestão do FNTSUAS e do planejamento das ações a serem fortalecidas e de novas ações a serem implantadas.

Atenciosamente.
       Luziana Maranhão/Ana Lucia Soares
                 Coordenação Executiva do FNTSUAS
 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Terapia Ocupacional diminui sintomas comportamentais em idosos com demência

Novo Método 

Pesquisadores da Universidade Thomas Jefferson, nos Estados Unidos, testaram um método inovador de Terapia Ocupacional para a redução de sintomas comportamentais em idosos com demência. O método chamado “Programa Personalizado de Atividades” (PPA) envolve até oito sessões, seis visitas domiciliares e duas ligações telefônicas. De acordo com o PPA, o terapeuta ocupacional monta uma lista de atividades personalizadas para realização diária em domicílio. A proposta do PPA é proporcionar ao idoso portador de demência uma rotina de atividades estabelecida pelo terapeuta ocupacional após a avaliação cognitiva e funcional (relacionada às atividades do dia-a-dia), considerando as atividades de interesse e afinidade do indivíduo. Para estruturar o programa, o terapeuta elabora uma lista de atividades e uma receita de como realizá-las, com a descrição do seqüenciamento de cada uma delas. No caso, o modo de realização de cada atividade é simplificado, para que assim, o programa seja adequado às necessidades e capacidades do indivíduo.  Nesta abordagem não se trabalha com técnicas de aprendizagem como ocorre nas abordagens mais tradicionais de Terapia Ocupacional, pois o foco não é desenvolver habilidades, mas sim trabalhar com as habilidades residuais do indivíduo e mantê-lo ativo em seu dia-a-dia. De acordo com os resultados deste estudo, o PPA foi eficaz na redução dos sintomas comportamentais e pôde oferecer às famílias uma melhor compreensão da capacidade dos idosos com demência, permitindo que os mesmos programem e utilizem atividades em casa possibilitando a preservação da qualidade de vida dos idosos com demência. Enfim, este programa inovador da Terapia Ocupacional pode ser considerado uma promissora abordagem não-farmacológica no tratamento de sintomas comportamentais em idosos com demência.

Fonte:  Alexandra Martini de Oliveira.
Fonte: Gitlin LN, Winter L,  Earland TV,  Herge EA, Chernett NL, Piersol, CV, Burke JP.  The Tailored Activity Program to Reduce Behavioral Symptoms in Individuals With Dementia: Feasibility, Acceptability, and Replication Potential. The Gerontologist. 2009 May 49; (3):428–439.

http://www.neurociencias.org.br/pt/517/novo-metodo-de-terapia-ocupacional-diminui-sintomas-comportamentais-em-idosos-com-demencia/

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Saúde do Idoso - Realiza Consulta Pública

Convidamos os terapeutas ocupacionais catarinenses a enviarem suas contribuições na consulta pública sobre a:

Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa - Versão Preliminar http://200.214.130.94/CONSULTAPUBLICA/index.php

Oportunidade para:
  • ressaltar ações da Terapia Ocupacional para com essa população;
  • destacar as ações que só podem ser realizadas pelo terapeuta ocupacional;
  • promover a presença do terapeuta ocupacional nos serviços de atenção ao idoso e nas diversas políticas, sem criar conflitos com as demais categorias;
  • gerar ações compartilhadas com os demais profissionais que atuam na atenção ao idoso.
ENVIO das SUGESTÕES para Abrato-SC até 01/Março/2014.
e-mail: abrato-sc@hotmail.com
 
 
Consulta Pública - encerra em 4/Março/2014
 
 
Fontes:
Coordenação de Saúde da Pessoa Idosa/DAET/SAS/MS
e
José Naum de Mesquita Chagas, terapeuta ocupacional e
Delegado da Abrato junto a World Federation of Occupational Therapists

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Fevereiro

4 - Dia Mundial de Luta Contra o Câncer
5 - Dia da Papiloscopia
5 - Dia Nacional da Mamografia
(instituída pela Lei N11.695/2008)

11 - Dia Mundial do Enfermo
28 - Dia Internacional das Doenças Raras
(data criada
em2008) 


Fonte:
http://bvsms.saude.gov.br/php/level.php?lang=pt&component=38&item=1
Exemplos de estratégias de prevenção são:

Evitar contato com carcinógenos (substâncias que causam câncer), por exemplo, evitar o contato, sem proteção, com alguns solventes utilizados na indústria, para prevenir câncer de pulmão, orofaringe (boca e garganta) e bexiga.

Modificar hábitos de dieta ou de vida que alterem uma predisposição genética a um determinado tipo de câncer, por exemplo, evitar o fumo (uso de tabaco) em qualquer uma de suas formas ou a ingestão de grandes quantidades de bebida alcoólica, para prevenir câncer de pulmão, esôfago e orofaringe;

Evitar uma exposição ambiental que esteja relacionada a uma maior incidência de um
determinado tipo de câncer, por exemplo, evitar a exposição ao sol nos horários em que os raios ultravioleta estão mais fortes, como das 10 às 16 horas, para prevenir câncer de pele. Alterar o efeito de determinada substância sobre um determinado órgão que poderia estar relacionada a um determinado tipo de câncer, por exemplo, o uso de antiestrogênios, para prevenir câncer de mama.
Tratar lesões pré-malignas, por exemplo, retirar lesões do colo uterino antes que se  tornem malignas, para prevenir câncer de colo uterino.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Importante Conquista

Sistema Único de Saúde passa a oferta:

o serviço de avaliação e acompanhamento de medidas terapêuticas aplicáveis à pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei,

A equipe mínima será formada:

1 (um) Enfermeiro;
1 (um) Médico Psiquiatra ou Médico com experiência em Saúde Mental;
1 (um) Psicólogo;
1 (um) Assistente Social;
1 (um) profissional preferencialmente: Terapia Ocupacional ou Sociologia ou Educação.


Agradecemos a todos os terapeutas ocupacionais que participaram nos últimos três anos e contribuíram para sucesso das discussões, seja no: Grupo de Trabalho da revisão da Política Nacional de Saúde Penitenciaria, nas audiências públicas ocorridas na Câmara dos Deputados coordenadas pela Dep. Erika Kokay para discutir a Saúde Mental, aos profissionais que atuam na Saúde Mental e o seu desempenho neste campo, aos representantes da Abrato e sua regionais que estiveram presentes contribuindo nos debates. Em especial ao terapeuta ocupacional Naum Mesquita que esteve à frente da Abrato (2009-2013) e que não mediu esforços na defesa deste importante espaço da Terapia Ocupacional.  

------------------------ texto na integra

MINISTÉRIO DA SAÚDE
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA Nº 94, DE 14 DE JANEIRO DE 2014
 
DOU de 15/01/2014 (nº 10, Seção 1, pág. 37)

Institui o serviço de avaliação e acompanhamento de medidas terapêuticas aplicáveis à pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e

considerando a Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental; 
considerando a Portaria Interministerial nº 1.777/MS/MJ, de 9 de setembro de 2003, que publica o Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário (PNSSP);
considerando a Resolução CNPCP nº 05, de 4 de maio de 2004, que dispõe a respeito das Diretrizes para o Cumprimento das Medidas de Segurança, adequando-as à previsão contida na Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001;
considerando a Resolução CNAS nº 145, de 15 de outubro de 2004, que aprova a Política Nacional de Assistência Social;
considerando a Resolução CNAS nº 33, de 12 de dezembro de 2012, que dispõe sobre a Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS);
considerando a Portaria nº 3.088/GM/MS, de 23 de dezembro de 2011, que institui a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do SUS, e as estratégias de desinstitucionalização, no âmbito do SUS;
considerando a Resolução CNJ nº 113, de 20 de abril de 2010, que, entre outras providências, dispõe sobre o procedimento relativo à execução de pena privativa de liberdade e medida de segurança;
considerando a Recomendação CNJ nº 35, de 12 de julho de 2011, que na execução da Medida de Segurança, sejam adotadas políticas antimanicomiais;
considerando a Resolução CNPCP nº 04, de 30 de julho de 2010, que dispõe sobre as Diretrizes Nacionais de Atenção aos Pacientes Judiciários e Execução da Medida de Segurança;
considerando a Portaria nº 4.279/GM/MS, de 30 de dezembro de 2010, que estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde;
considerando a Portaria nº 148/GM/MS, de 31 de janeiro de 2012, que define as normas de funcionamento e habilitação do Serviço Hospitalar de Referência para atenção a pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades de saúde decorrentes do uso de álcool, crack e outras drogas, do Componente Hospitalar da Rede de Atenção Psicossocial;
considerando a Humanização como Política transversal na Rede de Atenção à Saúde do SUS, expressa no documento: "HumanizaSUS: Documento base para gestores e trabalhadores do SUS" de 2008;
considerando as Diretrizes do Plano Nacional de Política Criminal e Penitenciária aprovadas na 372ª reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), em 26 de abril de 2011; e
considerando a Portaria Interministerial nº 1/MS/MJ, de 2 de janeiro de 2014, que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) no Sistema Único de Saúde, resolve:

Art. 1º - Fica instituído no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o serviço de avaliação e acompanhamento de medidas terapêuticas aplicáveis à pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei, vinculado à Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP).
§ 1º - O serviço referido no "caput" é parte da estratégia para redirecionamento dos modelos de atenção à pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei.
§ 2º - O serviços referido no "caput" é composto pela Equipe de Avaliação e Acompanhamento das Medidas Terapêuticas Aplicáveis à Pessoa com Transtorno Mental em Conflito com a Lei (EAP).

Art. 2º É considerada beneficiária do serviço consignado nesta norma a pessoa que, presumidamente ou comprovadamente, apresente transtorno mental e que esteja em conflito com a Lei, sob as seguintes condições: com inquérito policial em curso, sob custódia da justiça criminal ou em liberdade; ou, com processo criminal, e em cumprimento de pena privativa de liberdade ou prisão provisória ou respondendo em liberdade, e que tenha o incidente de insanidade mental instaurado; ou em cumprimento de medida de segurança; ou sob liberação condicional da medida de segurança; ou, com medida de segurança extinta e necessidade expressa pela justiça criminal ou pelo SUS de garantia de sustentabilidade do projeto terapêutico singular.
Art. 3º O Grupo Condutor Estadual, consignado na Portaria Interministerial nº 1/MS/MJ, de 2 de janeiro de 2014 que institui a PNAISP, deverá elaborar uma estratégia estadual para atenção à pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei, e contribuir para a sua implementação.
Art. 4º - A EAP tem por objetivo apoiar ações e serviços para atenção à pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei na Rede de Atenção à Saúde (RAS), e terá as seguintes atribuições:
I - Realizar avaliações biopsicossociais e apresentar proposições fundamentadas na Lei 10.216 de 2001 e nos princípios da PNAISP, orientando, sobretudo, a adoção de medidas terapêuticas, preferencialmente de base comunitária, a serem implementadas segundo um Projeto Terapêutico Singular (PTS);
II - Identificar programas e serviços do SUS e do SUAS e de direitos de cidadania, necessários para a atenção à pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei e para a garantia da efetividade do PTS;
III - Estabelecer processos de comunicação com gestores e equipes de serviços do SUS e do SUAS e de direitos de cidadania e estabelecer dispositivos de gestão que viabilizem acesso e corresponsabilização pelos cuidados da pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei;
IV - Contribuir para a ampliação do acesso aos serviços e ações de saúde, pelo beneficiário, em consonância com a justiça criminal, observando a regulação do sistema; .
V - Acompanhar a execução da medida terapêutica, atuando como dispositivo conector entre os órgãos de Justiça, as equipes da PNAISP e programas e serviços sociais e de direitos de cidadania, garantindo a oferta de acompanhamento integral, resolutivo e contínuo;
VI - Apoiar a capacitação dos profissionais da saúde, da justiça e programas e serviços sociais e de direitos de cidadania para orientação acerca de diretrizes, conceitos e métodos para atenção à pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei; e
VII - Contribuir para a realização da desinternação progressiva de pessoas que cumprem medida de segurança em instituições penais ou hospitalares, articulando-se às equipes da PNAISP, quando houver, e apoiando-se em dispositivos das redes de atenção à saúde, assistência social e demais programas e serviços de direitos de cidadania.
§ 1º - Os procedimentos da EAP terão, preferencialmente, caráter de agendamento regulado e serão requisitados: pela Coordenação da PNAISP, em âmbitos estadual ou local; pela equipe de saúde no sistema prisional (ESP); por determinação judicial; por requerimento apresentado pelo Ministério Público ou representante da pessoa beneficiária; por iniciativa dos serviços de referência para realização do PTS ou da própria EAP, desde que previamente acordado com as instâncias responsáveis pela custódia e/ou pela medida terapêutica destinada à pessoa a ser avaliada/acompanhada e com a devida comunicação à Coordenação da PNAISP, em âmbitos estadual ou local.
§ 2º - As avaliações decorrentes dos incidentes de insanidade mental deverão respeitar o caráter de urgência e as singularidades de cada caso, não podendo exceder a 30 (trinta) dias, a contar da data da sua instauração pelo judiciário.
§ 3º - Recomenda-se que o PTS seja elaborado pelo serviço de referência da rede, contando com subsídios da EAP, envolvendo, sempre que possível, a pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei e suas referências familiares e comunitárias, visando à construção de correponsabilização no cuidado e o estabelecimento de condutas terapêuticas articuladas em rede.
§ 4º - A EAP realizará um trabalho integrado com a área de atenção psicossocial da respectiva gestão e poderá articular-se com os Grupos de Monitoramento, e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMFs), no âmbito dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, para identificação de pessoas com transtorno mental, em unidades de custódia, potencialmente destinatários de medidas terapêuticas, conhecimento dos aspectos jurídico-administrativos dos processos, para melhor integração das práticas inerentes à justiça criminal e à PNAISP e direcionamento de formas de atenção segundo as premissas consignadas nesta norma.
Art. 7º - O cadastramento do serviço consignado nesta Portaria e respectivos profissionais será realizado por meio do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES).
Art. 9º - Para habilitação do serviço disposto nesta norma, a unidade federativa proponente deve observar os seguintes critérios básicos:
I - Apresentar Termo de Adesão, de acordo com o modelo constante no anexo I a esta Portaria;
II - Apresentar Plano de Ação para estratégia para redirecionamento dos modelos de atenção à pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei, conforme modelo constante no Anexo II a esta Portaria; e
III - Cadastrar o serviço e a equipe no CNES.
§ 1º - O serviço poderá ser constituído em unidades federativas qualificadas ao Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário (PNSSP) ou à PNAISP.

Art. 13 - O monitoramento e avaliação do serviço disposto nesta norma dar-se-ão pelo registro dos procedimentos nos Sistemas de Informação da Atenção à Saúde conforme critérios para alimentação dos Bancos de Dados Nacionais vigentes.

Art. 14 - Para implantação e funcionamento do serviço disposto nesta norma, compete:
I - à União, por intermédio do Ministério da Saúde, orientar o processo de planejamento e implantação do serviço e da estratégia estadual para atenção à pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei, bem como financiar, monitorar e avaliar cada serviço constituído;
II - ao Estado ou Distrito Federal, por meio da Secretaria Estadual de Saúde, propor a estratégia estadual para atenção à pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei, fomentar e apoiar o funcionamento do Grupo Condutor da PNAISP, cofinanciar, gerir, monitorar e avaliar o serviço, bem como articular à RAS, do SUAS e demais programas de direitos de cidadania; e II - ao Município, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, propiciar a realização do projeto terapêutico singular endereçado ao seu território, articulando os dispositivos das redes de atenção à saúde sob sua gestão, da assistência social e demais programas e serviços de direitos de cidadania sob sua responsabilidade.
Art. 15 - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA

ANEXO I

TERMO DE ADESÃO PARA IMPLANTAÇÃO DO SERVIÇO DE AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DE MEDIDAS TERAPÊUTICAS APLICÁVEIS À PESSOA COM TRANSTORNO MENTAL EM CONFLITO COM A LEI

O Estado _________________________________ (ou Distrito Federal), por meio da Secretaria Estadual de Saúde, CNPJ nº . _________________ com sede ______________________ __________________________CEP _______________, pessoa jurídica de direito público interno, firma o presente Termo de Adesão para implantação da Equipe de Avaliação e Acompanhamento de Medidas Terapêuticas Aplicáveis à Pessoa com Transtorno Mental em Conflito com a Lei (EAP), sob o Código CNES _________, ativado em ___/____/______, localizado em _________, assumindo os encargos e responsabilidades previstos na Portaria nº de de 2014, garantindo a seguinte abrangência sócio-territorial: __ Estadual __ Município (os) - especificar ______________________ Secretaria de Estado da Saúde

ANEXO II

PLANO DE AÇÃO PARA ESTRATÉGIA PARA REDIRECIONAMENTO DOS MODELOS DE ATENÇÃO À PESSOA COM TRANSTORNO MENTAL EM CONFLITO COM A LEI

1. Problematização e contextualização - descrever, sinteticamente, a problemática pertinente ao sistema de justiça criminal e as pessoas com transtorno mental em conflito com a Lei, no estado ou Distrito Federal.
2. Caracterização da Rede de Atenção à Saúde (RAS), de assistência social e demais programas para garantia de direitos de cidadania, no estado ou Distrito Federal, e no território de abrangência de cada serviço de avaliação e acompanhamento de medidas terapêuticas aplicáveis à pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei planejado.
3. Caracterização da comissão de trabalho específica instituída pelo Grupo Condutor Estadual consignado na Portaria nº de de 2014, conforme art. 3º desta portaria.

4. Os critérios de avaliação e acompanhamento levarão em consideração os seguintes indicadores:

INDICADOR
RESULTADOS ESPERADOS A PARTIR DA INSTALAÇÃO
1º semestre
2º semestre
3º semestre
4º semestre
Proporção de pessoas com transtorno mental em conflito com a Lei atendidas pela EAP em relação ao número total de pessoas com transtorno mental em conflito com a Lei do território de referência.
 
 
 
 
 
 
 
 
Proporção de Projetos Terapêuticos Singulares acompanhados, em relação ao número total de pessoas com transtorno mental em conflito com a Lei do território de referência.
 
 
 
 
 
 
 
 
Proporção de pessoas com transtorno mental em conflito com a Lei em cumprimento de medidas de segurança sob cuidados do SUS em meio aberto em relação ao número total de pessoas com transtorno mental em conflito com a Lei em cumprimento de medidas de segurança no território de referência.
 
 
 
 
 
 
 
 
Proporção de pessoas com transtorno mental em conflito com a Lei que cumpriam medidas de segurança em unidades do sistema de justiça criminal, efetivamente desinternadas, em relação ao número total no território de referência.
 
 
 
 
 
 
 
 
Proporção de pareceres produzidos e acatados pelo sistema de justiça, em relação ao número de incidentes de insanidade mental.
 
 
 
 
 
 
 
 
Definir outros indicadores, de acordo com as singularidades locais
 
 
 
 
 
 
 
 

5. Caracterização de cada serviço de avaliação e acompanhamento de medidas terapêuticas aplicáveis à pessoa com transtorno mental em conflito com a Lei a ser constituído:
a) endereço principal;
b) Caracterização da infraestrutura alocada para funcionamento; e
c) Descrição da forma de organização e gestão.
6. Programação da aplicação dos recursos do Incentivo federal e formas de financiamento participativo pelo estado ou Distrito Federal;
7. Cronograma de ações gerais para o biênio.

Fonte: http://www.lex.com.br/legis_25226680_PORTARIA_N_94_DE_14_DE_JANEIRO_DE_2014.aspx

sábado, 25 de janeiro de 2014

O ano de 2013 foi um ano de grandes desafios para a Terapia Ocupacional e a Abrato-SC, dentre eles destacamos a realização do XIII Congresso Brasileiro de Terapia Ocupacional, que aconteceu na capital catarinense. Discutimos a Terapia Ocupacional e as Políticas Públicas, um grande e importante momento de reflexão, revisão e planejamento.
Agradecemos aos terapeutas ocupacionais das mais diferentes regiões, aos profissionais de áreas afins, aos representantes governamentais, aos palestrantes, aos expositores, as comissões: cientifica e da organização, enfim a todos que estiveram presente e contribuíram para o sucesso do evento.
 
O novo ano traz consigo novos desafios para a Terapia Ocupacional e a Abrato-SC.
Feliz e produtivo ano para todos.
 
Diretoria Abrato-SC
Gestão 2013/2015